sábado, 16 de fevereiro de 2019

PEQUENO DICIONÁRIO DO FELINISMO - Sororidade

Sororidade -apesar de ser usado há mais de 40 anos, se você procurar esse termo em um dicionário, ele o remeterá para “sonoridade”, depois de afirmar que aquela palavra não está cadastrada. O que para alguns continua a ser uma espécie de erro é, na verdade, um conceito que acaba com todos os preconceitos segundo os quais as mulheres não conseguem ser amigas, que são rivais entre si por natureza ou que são mais cruéis entre elas. Nos anos 70, a escritora norte-americana Kate Millett cunhou o termo sisterhood e depois disso as feministas francesas começaram a usar sororité. Atualmente, a antropóloga e política mexicana Marcela Lagarde, uma das maiores divulgadoras do conceito em língua espanhola, o define como “o apoio recíproco entre as mulheres para se conseguir o poder para todas”. É uma aliança entre as mulheres, que proporciona a confiança, o reconhecimento mútuo da autoridade e o apoio. “Trata-se de pactuar de maneira limitada e pontual algumas coisas com cada vez mais mulheres. Somar e criar vínculos. Assumir que cada uma é um elo no encontro com muitas outras”, escreve Lagarde.

PEQUENO DICIONÁRIO DO FELINISMO- Sororidade

Sororidade -apesar de ser usado há mais de 40 anos, se você procurar esse termo em um dicionário, ele o remeterá para “sonoridade”, depois de afirmar que aquela palavra não está cadastrada. O que para alguns continua a ser uma espécie de erro é, na verdade, um conceito que acaba com todos os preconceitos segundo os quais as mulheres não conseguem ser amigas, que são rivais entre si por natureza ou que são mais cruéis entre elas. Nos anos 70, a escritora norte-americana Kate Millett cunhou o termo sisterhood e depois disso as feministas francesas começaram a usar sororité. Atualmente, a antropóloga e política mexicana Marcela Lagarde, uma das maiores divulgadoras do conceito em língua espanhola, o define como “o apoio recíproco entre as mulheres para se conseguir o poder para todas”. É uma aliança entre as mulheres, que proporciona a confiança, o reconhecimento mútuo da autoridade e o apoio. “Trata-se de pactuar de maneira limitada e pontual algumas coisas com cada vez mais mulheres. Somar e criar vínculos. Assumir que cada uma é um elo no encontro com muitas outras”, escreve Lagarde.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

MEU CALENDÁRIO EM SÃO PAULO


Foto tirada pela Flam de meu calendário em São Paulo no bairro da Liberdade.
Gostei muito do lugar.

sábado, 9 de fevereiro de 2019

SUETO E O FUSCA

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quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

IGNORADA PELO FEMINISMO, EM MEIO A UM MUNDO MASCULINO, THERESA MAY SE VIRA COMO PODE

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Theresa May vai sobrevivendo como pode tendo herdado a árdua missão de dar andamento ao Brexit.
Ignorada pelo feminismo para o qual parece não oferecer o perfil cultuado de rebeldia contra o mundo machista tampouco reúne as condições de encanto físico e charme pessoal que pudesse chamar a atenção do público masculino.Bem longe disto.
Seria uma felina? O felinismo poderia ir em socorro de sua figura um tanto quanto desemparada?
Não tem as qualidades básicas de uma felina mas, por outro lado, o felinismo tem por princípio prestigiar as fêmeas em desemparo.
Não tem as qualidades mas poderia começar a ter a nossa simpatia.
E, pelo menos, parece sincera em seus esforços para dançar, requebrando e até dando uma voltinha expondo o traseiro.