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sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
Father and Son - Yusuf Islam - Cat Stevens
Hoje surpreendi P.R. ouvindo....creio que pensando no filho...
Eu me aproximei e ficamos ouvindo juntos...
Senti-me sua filha e ele talvez tenha se sentido meu pai, pois choramos juntos....
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
Gatos Selvagens, principais predadores nos Estados Unidos
Herp Alliance ~ Conservation Through Captive Breeding
www.usherp.org ~ www.facebook.com/HerpAlliance
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quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
Gatinhos grandes
Amizade Verdadeira
Manhêêêê, eu quero um desse!
Publicado por Perco o amigo, mas não perco a piada. em Sexta, 8 de janeiro de 2016
terça-feira, 12 de janeiro de 2016
sexta-feira, 8 de janeiro de 2016
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
Les chats puissants et doux ...
Les amoureux fervents et les savants austères
Aiment également, dans leur mûre saison,
Les chats puissants et doux, orgueil de la maison...
Charles Baudelaire
Aiment également, dans leur mûre saison,
Les chats puissants et doux, orgueil de la maison...
Charles Baudelaire
domingo, 3 de janeiro de 2016
domingo, 20 de dezembro de 2015
E dizer...
E dizer que, daqui a uns anos, o menino da foto poderá ser acusado de ter se tornado um representante do patriarcado e, em vez de dar a mão à menininha, a inferiorize ou espanque por qualquer motivo.
Mas, nesse momento, representam um certo ideal que cultivamos da relação entre homem e mulher.
Mesmo que também seja a idade na qual, muitas vezes, a menina é que bate no menino....
Mas, nesse momento, representam um certo ideal que cultivamos da relação entre homem e mulher.
Mesmo que também seja a idade na qual, muitas vezes, a menina é que bate no menino....
quinta-feira, 17 de dezembro de 2015
Seres Pensantes
Isto é o que os humanos gostariam de saber. Admitindo, é claro, que concordem que somos seres pensantes.
Mas nem todos concordam. Coincidentemente os mesmos que pensam pouco.
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
Paquerando na porta
Eu com a Falujah na porta da casa antiga ( olha a altura da porta e os ladrilhos) vendo se passa algum gato na rua...
Mas só passa cachorro.
Chatice.... vem pela coleira e os humanos deixam chegar perto só para ver nos acuarem....
Acho que fazem de propósito.
Mas aparecem também os de rua.
Esses não incomodam, nem nos dão importância...
Bem...
Hora de voltar pro telhado....
É lá que os gatos ficam passando....
Mas só passa cachorro.
Chatice.... vem pela coleira e os humanos deixam chegar perto só para ver nos acuarem....
Acho que fazem de propósito.
Mas aparecem também os de rua.
Esses não incomodam, nem nos dão importância...
Bem...
Hora de voltar pro telhado....
É lá que os gatos ficam passando....
sábado, 12 de dezembro de 2015
Cony é assertivo: " Maura é maior que a autora de A Hora da Estrela"
Num universo literário brasileiro em que se pode ficar com a idéia de que os únicos nomes femininos de importância, pela orbitação em torno deles, são Clarice Lispector e Hilda Hilst, sempre é bom saber que isso é restringir demais a participação e a importância da mulher nesta seara.
Maura Lopes Cançado , mineira de São Gonçalo do Abaeté, parece ser um exemplo disso.
Associada por vezes a Clarice Lispector, para Cony a comparação nunca fez muito sentido. Ele é assertivo: Maura é maior que a autora de "A Hora da Estrela". "Clarice, de certa forma, viveu em sua redoma; Maura não. Maura não é peixe de aquário: é peixe de oceano, que vai fundo."
Esquecida por anos, obra da escritora Maura Lopes Cançado é reeditada
RODOLFO VIANA
12/12/2015 02h10
Quando tinha sete anos –época em que os ataques epilépticos começaram–, Maura Lopes Cançado tinha o hábito de inventar personagens para si. Contava aos amigos que seus pais eram russos, que sua irmã se chamava Natacha, que um tio nascera na China. Este talvez seja o primeiro registro da habilidade narrativa da mineira nascida em São Gonçalo do Abaeté, em 1929 –e também um indício de sua esquizofrenia.
Anos mais tarde, já na década de 1960, Maura se tornaria uma escritora tão brilhante quanto breve. Admirada por literatos como Ferreira Gullar e Carlos Heitor Cony, teve apenas dois livros publicados: o diário "Hospício é Deus", escrito em 1959 e publicado em 1965, e a coletânea de contos "O Sofredor do Ver", de 1968.
Ambas as obras são carregadas nas tintas da loucura com que Maura pintava a vida, o que a levou a ser internada diversas vezes em hospícios de Minas e do Rio e rasurou seu nome na história da literatura –sobretudo depois que a escritora matou uma interna grávida estrangulada com um lençol, e foi condenada em um manicômio judiciário.
"Todos lembram os aspectos negativos, que ela era louca", afirma Maria Amélia Mello, editora da Autêntica, que relançou caixa com as obras de Maura recentemente, depois de anos sem constar em catálogos –e, no período, ao custo de até R$ 800 em sebos. "O que a gente quer é que olhem para o texto dela, que é visceral, tem alta voltagem, e que uma geração inteira não conhece."
A história é cruel com os loucos e, de fato, Maura caiu no esquecimento depois da morte, em 1993, apesar de constantemente ter sido comparada a escritoras como Clarice Lispector.
Comparação que, para Cony, nunca fez muito sentido. Ele é assertivo: Maura é maior que a autora de "A Hora da Estrela". "Clarice, de certa forma, viveu em sua redoma; Maura não. Maura não é peixe de aquário: é peixe de oceano, que vai fundo."
Responsável por apresentá-la à redação do SDJB (Suplemento Dominical do Jornal do Brasil), onde a escritora estreou com um poema, Ferreira Gullar afirma, em depoimento no perfil biográfico escrito pelo jornalista Maurício Meireles, colunista da Folha, e incorporado aos livros da escritora, que a obra de Maura é "um dos mais contundentes depoimentos humanos já escritos no Brasil". Cony faz coro: "A maior escritora do país".
As afirmações hiperbólicas encontram vozes consonantes –mas ainda tímidas–na academia, que, nos últimos anos, retomou os escritos de Maura.
Uma pesquisa simples entre os mais de 340 mil trabalhos depositados na Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações apresenta nove estudos relacionados à escritora no período entre 2006 e 2015.
Não causa espanto, mas é curioso notar que quatro desses trabalhos têm "loucura" como palavra-chave.
Maura Lopes Cançado , mineira de São Gonçalo do Abaeté, parece ser um exemplo disso.
Associada por vezes a Clarice Lispector, para Cony a comparação nunca fez muito sentido. Ele é assertivo: Maura é maior que a autora de "A Hora da Estrela". "Clarice, de certa forma, viveu em sua redoma; Maura não. Maura não é peixe de aquário: é peixe de oceano, que vai fundo."
(P.R.Baptista)
Esquecida por anos, obra da escritora Maura Lopes Cançado é reeditada
RODOLFO VIANA
12/12/2015 02h10
Quando tinha sete anos –época em que os ataques epilépticos começaram–, Maura Lopes Cançado tinha o hábito de inventar personagens para si. Contava aos amigos que seus pais eram russos, que sua irmã se chamava Natacha, que um tio nascera na China. Este talvez seja o primeiro registro da habilidade narrativa da mineira nascida em São Gonçalo do Abaeté, em 1929 –e também um indício de sua esquizofrenia.
Anos mais tarde, já na década de 1960, Maura se tornaria uma escritora tão brilhante quanto breve. Admirada por literatos como Ferreira Gullar e Carlos Heitor Cony, teve apenas dois livros publicados: o diário "Hospício é Deus", escrito em 1959 e publicado em 1965, e a coletânea de contos "O Sofredor do Ver", de 1968.
Ambas as obras são carregadas nas tintas da loucura com que Maura pintava a vida, o que a levou a ser internada diversas vezes em hospícios de Minas e do Rio e rasurou seu nome na história da literatura –sobretudo depois que a escritora matou uma interna grávida estrangulada com um lençol, e foi condenada em um manicômio judiciário.
"Todos lembram os aspectos negativos, que ela era louca", afirma Maria Amélia Mello, editora da Autêntica, que relançou caixa com as obras de Maura recentemente, depois de anos sem constar em catálogos –e, no período, ao custo de até R$ 800 em sebos. "O que a gente quer é que olhem para o texto dela, que é visceral, tem alta voltagem, e que uma geração inteira não conhece."
A história é cruel com os loucos e, de fato, Maura caiu no esquecimento depois da morte, em 1993, apesar de constantemente ter sido comparada a escritoras como Clarice Lispector.
Comparação que, para Cony, nunca fez muito sentido. Ele é assertivo: Maura é maior que a autora de "A Hora da Estrela". "Clarice, de certa forma, viveu em sua redoma; Maura não. Maura não é peixe de aquário: é peixe de oceano, que vai fundo."
Responsável por apresentá-la à redação do SDJB (Suplemento Dominical do Jornal do Brasil), onde a escritora estreou com um poema, Ferreira Gullar afirma, em depoimento no perfil biográfico escrito pelo jornalista Maurício Meireles, colunista da Folha, e incorporado aos livros da escritora, que a obra de Maura é "um dos mais contundentes depoimentos humanos já escritos no Brasil". Cony faz coro: "A maior escritora do país".
As afirmações hiperbólicas encontram vozes consonantes –mas ainda tímidas–na academia, que, nos últimos anos, retomou os escritos de Maura.
Uma pesquisa simples entre os mais de 340 mil trabalhos depositados na Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações apresenta nove estudos relacionados à escritora no período entre 2006 e 2015.
Não causa espanto, mas é curioso notar que quatro desses trabalhos têm "loucura" como palavra-chave.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
domingo, 6 de dezembro de 2015
Free at last - Mercy for animals
Freedom is Beautiful
Can you imagine what it's like to be free at last...A beautiful clip by Mercy For Animals.
Posted by Best Video You Will Ever See on Sexta, 25 de setembro de 2015
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
sábado, 28 de novembro de 2015
Fuga do Gato - Scarlatti
The nickname, which was never used by the composer himself but was introduced only early in the 19th century, originates from a story about how Scarlatti came up with the strikingly unusual motif on which the fugue is built. Legend has it that Scarlatti had a pet cat called Pulcinella, who was described by the composer as prone to walking across the keyboard, always curious about its sounds.
On one occasion, according to the story, Scarlatti wrote down a phrase from one of these "improvisation sessions", and used it as a lead motif in a fugue:
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
Visita à Clínica Veterinária
Registros de minha visita à clínica médica para fazer alguns exames.
Segunda a doutora da Clínica ( Amigo Bicho) que me atendeu, estou muito bem conservada considerando que já não sou mais uma gatinha.
Da parte de ser auscultada eu gostei.
Me assustei foi com a coleta de sangue.
O que diabos querem fazer com meu sangue?!
Me explicaram que é para fazer exames.
Confesso que não fiquei muito convencida.
Além disso doeu e tiveram que me conter. Quando P.R. passou a mão em minha cabeça para me acalmar dei-lhe uma mordida bem forte.
Senti-me traída pois não me falara nada dessa parte.
Depois desse momento de tortura a doutora voltou a comentar que, no geral, estou muito bem.
Quando ela perguntou ao P.R. como eu era em casa e como passava o dia, ele respondeu que eu gostava muito de ficar no telhado. Mas quando ele prosseguiu e disse que eu escrevia e tinha muitas amizades humanas, ela olhou para o ajudante e, juro, deu uma piscada.
Deve ter pensado, "outro louco que me entra no consultório" mas P.R. nem notou.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015
Nossa amizade eterna com caninos
Cats and dogs... Sworn enemies or best friends Guess it depends on the best day! #EBBA #ANIMALS #FUNNY
Posted by eBBa on Segunda, 20 de julho de 2015
Marcadores:
cães e gatos,
Nossa amizade eterna com caninos
terça-feira, 24 de novembro de 2015
Finalmente a explicação para Sueto gostar de Schoenberg
Science Has Given Us Music For Cats
Finally: Someone is making a music album specifically for cats. http://voc.tv/1Nnut6w
Posted by Vocativ on Quinta, 19 de novembro de 2015
Agora, finalmente, entendo porque Sueto gosta de ouvir Schoenberg....
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
domingo, 22 de novembro de 2015
Ted & Fred
Fred (Frederico) e Ted (Teodoro) vivem em Niterói, numa casa centenária, ao pé do morro, entre peças antigas e música clássica.
Tem ainda a companhia de Peta ( Preta).
Na foto olham entre espantados e curiosos para o visitante inesperado.
Passam-se uns minutos e a curiosidade deve superar o espanto, o receio.
Talvez queiram cheirá-lo e sentir , assim tão distante, por algum odor retido na roupa, a minha presença....
GATA SUETO
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
Aimer...
Angel-a de Luc Besson.
Una de las mejores escenas de esta Película Francesa.Dirigida por el Gran Director Luc Besson (2005).Pocas veces en la vida nos dedicamos a observar por algún instante nuestra mirada, esa mirada que mientras se mire a sí misma, logra escapar de lo vano y efímero, estériles apariencias y letales prejuicios que deshonran nuestro infinito potencial de crear y volar, de soñar y luchar, de amar lo que somos porque somos TODO lo que necesitamos para vivir en la más absoluta e inquebrantable Felicidad.Subido por: Elvis Urbina Lopez.
Posted by Elvis Urbina Lopez on Segunda, 3 de agosto de 2015
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
Lembranças de minha infância
Tiny Kitten BIG Meow!
Baby Cole is sounding the alarm, it's Monday tomorrow… RUN!!!!
Posted by Cole & Marmalade on Domingo, 8 de novembro de 2015
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