domingo, 4 de agosto de 2013

Gaza, saudades


Gaza, a gata mais doce, mais suave que já surgiu nestes telhados vinda de algum lugar. Depois que escapou de ser engolida pela Doberman, Pagu, que morava na casa, Gaza foi vivendo no andar de cima.
Não lembro se foi em razão de ficar refugiada, juntamente com Falujah, que lhe dei o nome do território palestino.
Acho que sim .
Quando a Doberman adoeceu e morreu, Gaza foi aos poucos se acostumando a descer.
E, por um tempo, viveram as tres, Sueto, Falujah e Gaza, em tranquilidade. Tempos depois foi Gaza que também partiu e ficou instalado no espaço felino da casa um ambiente de meditação.
O que, hoje, já não se pode dizer com a chegada de Loick , o primeiro macho a compartilhar este espaço feminino e ensaiar romper, com seus arroubos, o equilibrio mantido durante tantos anos. 
Como Gaza iria conviver com estes momentos?
Gaza, saudades.

3 comentários:

  1. Gatos do passado, gatos do presente.
    Flam.

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  2. ,,, é dado aos humanos viverem mais do que os felinos, os gatos no caso....animais que vivem mais do que os homens talvez pudessem ter esta espécie de impressões a respeito de gerações de humanos com os quais tivessem convivido...

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