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terça-feira, 27 de setembro de 2016
segunda-feira, 26 de setembro de 2016
"CAT WITH A BIRD" - Vladimir Yakovlev
Chat rayé tenan un oiseau, après 1980
Vladimir Igorevich Yakovlev (1934-1998) is a native of Balakha, Nizegoro. He studied in the private studio of Vasily Sitnikov in the 1950s. He became a member of the Moscow City Committee of Graphic Artists in 1976. He took part in exhibitions of the Soviet nonconformist artists. He was interned to the psychological-neurological hostel no. 30 in Moscow in 1983 until he died there in 1998.
In his lifetime his works were already part of solo and group exhibition in Russia and in the European foreign countries. Today, several of his works are in the possession of the big Russian museums as well as Museum Ludwig in Cologne. (tm)
sexta-feira, 23 de setembro de 2016
MARGUERITE YOURCENAR E O FEMINISMO
Dans ce document de 1981, Marguerite Yourcenar (première femme élue à l'académie française) nous livre ses réflexions sur le féminisme.
"Et peut-être les sexes sont-ils plus parents qu'on ne croit, et le grand renouvellement du monde consistera peut-être en ce que l'homme et la jeune fille, libérés de tout sentiment erroné et de toute répugnance, ne se chercheront plus comme des contraires, mais comme frère et soeur, et comme voisins, et se réuniront en tant qu'êtres humains pour porter ensemble, avec simplicité, sérieux et patience, ce que le sexe a de grave, et qui leur est imposé." Rainer Maria Rilke
ENTREVISTA COM LEGENDAS EM FRANCÊS
https://www.facebook.com/MonsieurTroll/videos/1405011009528241/
terça-feira, 30 de agosto de 2016
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
Syria & Mina
Syria( esquerda) e Mina foram recolhidas, filhotes, abandonadas no último grau de inanição numa estrada. Syria possivelmente seja a mãe embora, ao ser recolhida, parecesse quase um filhote. Ambas são carinhosas embora Mina seja mais agarrada, sempre quer estar junto.
quarta-feira, 24 de agosto de 2016
A UM GATO - Luis Borges
"Não são mais silenciosos os espelhos
nem mais furtiva a aurora aventureira;
Tu és, sob a lua, essa pantera
que divisam ao longe nossos olhos.
Por obra indecifrável de um decreto
divino, buscamos-te inutilmente;
Mais remoto que o Ganges e o poente,
é tua a solidão, teu o segredo.
O teu dorso condescende à morosa
carícia da minha mão. Sem um ruído
da eternidade que ora é olvido.
Aceitaste o amor desta mão receosa.
Em outro tempo estás. Tu és o dono
de um espaço cerrado como um sonho."
Cães e Gatos, uma sequência antológica
Excepcional sequência de cenas mostrando cães que procuram, de forma desajeitada, aproximar-se de gatos amistosamente.
O resultado é antológico e registra bem a forma de comportamento de cada um.
quarta-feira, 27 de julho de 2016
sexta-feira, 24 de junho de 2016
Sueto & Pardo
A fila anda mas anda em vão
pois só para de andar quando apareces....
E ficamos vendo , juntinhos,
o tempo parar de passar
ou passar devagarinho...
Gata SUETO
pois só para de andar quando apareces....
E ficamos vendo , juntinhos,
o tempo parar de passar
ou passar devagarinho...
Gata SUETO
quarta-feira, 22 de junho de 2016
Sofia & Blake
"To see a World in a Grain of Sand
And a Heaven in a Wild Flower,
Hold Infinity in a Cat
In the palm of your hand
And Eternity in an hour"
WILLIAM BLAKE
Esta é a Sofia, que foi abandonada, sozinha, na praça do Barro Duro.
Ela é bem pequena e cabe na palma da mão...
Está disponível para adoção responsável.
And a Heaven in a Wild Flower,
Hold Infinity in a Cat
In the palm of your hand
And Eternity in an hour"
WILLIAM BLAKE
Esta é a Sofia, que foi abandonada, sozinha, na praça do Barro Duro.
Ela é bem pequena e cabe na palma da mão...
Está disponível para adoção responsável.
sábado, 11 de junho de 2016
Observação de Pássaros ( Birdwatching )
- Olha aquele lá, o amarelinho!
- Muito pequeno, sou mais o grande, o verde.
- O verde não é pássaro.
- Como não? Tem penas e asas.
- Mas não é pássaro.
- Não voa?
- Voa, mas é uma espécie diferente ... eles falam!
- Eles o quê?... ah, tá de brincadeira?
- É sério, falam que nem os humanos.
- Ah,já ouvi dizer.
- São papagaios. E eu acho estranho comer um bicho que fala.
- Tá bem, também acho que fica estranho.
A Infância de Sueto
Cenas inéditas da infância de Sueto por ocasião de seus primeiros contatos com a espécie canina.
Nesta ocasião, embora sua tenra idade, já teve oportunidade de concluir que cachorros são animais temerosos dos felinos e, portanto, facilmente subjugáveis, não pela força pois são maiores e mais fortes, mas pela inteligência.
Considerando o domínio que já tem sobre os humanos não é difícil de entender este fato.
segunda-feira, 6 de junho de 2016
segunda-feira, 30 de maio de 2016
sábado, 9 de abril de 2016
Imersão em Ideologias Feministas
Pense rápido: qual a primeira coisa que você nota quando vê a foto acima? A beleza da moça e a delicadeza da imagem ou, admita, os pelos da axila? Na contramão de um padrão de beleza que condiciona a ala feminina a se livrar de cada fiozinho que cresce embaixo do braço, ao longo das pernas ou na virilha, mulheres têm cada vez mais aderido a uma espécie de corrente que clama pela liberdade de não se depilar. O movimento – ainda que não seja uma tendência da maioria – reflete uma mudança de comportamento que, para muitas, têm a ver com a imersão em ideologias feministas.
Thamires Tancredi
LER A MATÉRIA >>>
Thamires Tancredi
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domingo, 3 de abril de 2016
A Mulher é o reflexo do seu Homem?
Declaração feita por Brad Pitt sobre a Angelina para a Identity Magazine"Minha esposa ficou doente. Constantemente ela estava nervosa por causa de problemas no trabalho, na vida pessoal, seus erros e problemas com os filhos. Ela perdeu 13 quilos e pesava cerca de 40 quilos aos 35 anos. Ela ficou muito magra e estava constantemente chorando. Não era uma mulher feliz. Ela sofria de contínuas dores de cabeça, dor no coração e tensão muscular nas costas. Ela não dormia bem, conseguia pegar no sono apenas na parte da manhã e ficava cansada rapidamente durante o dia. Nosso relacionamento estava a ponto de acabar. A beleza dela estava deixando-a. Ela tinha bolsas sob os olhos, cabelos desgrenhados. Ela parou de cuidar de si mesma. Se recusou a fazer filmes e rejeitou cada papel. Perdi a esperança e pensei que iríamos nos divorciar em breve…
Foi então que eu decidi agir. Afinal, eu tenho a mulher mais bonita do planeta. Ela é a mulher ideal para mais da metade dos homens e mulheres da Terra, e eu o único que tinha permissão para dormir ao seu lado e abraçá-la. Comecei a mimá-la com flores, beijos e muitos elogios. Surpreendia-a e tentava agradá-la em todos os momentos. Enchi-a de presentes e comecei a viver apenas para ela. Só falava em público a seu respeito e relacionava todos os assuntos a ela, de alguma forma. Elogiei-a a sós e em frente a todos os nossos amigos.
Vocês podem não acreditar, mas ela começou a renascer, a florescer… Tornou-se ainda melhor do que era antes. Ganhou peso, parou de ficar nervosa e me ama ainda mais do que antes. Eu nem sabia que ela podia amar tão intensamente.
E então eu percebi uma coisa: A mulher é o reflexo de seu homem!"
Brad Pitt
quarta-feira, 30 de março de 2016
30 Patetas
O que se conta é esses caninos ficaram paradinhos assim para uma foto.
Escolha uma opção
1- são muito bem treinados
2- estão dopados
3- estão empalhados
4- são cópias em tamanho natural
5- são idiotas mesmo e fazem tudo que lhes mandam
segunda-feira, 28 de março de 2016
sábado, 26 de março de 2016
sexta-feira, 25 de março de 2016
Ninguém deveria se preocupar se o parceiro transa com outra pessoa diz psicanalista
Por Vladimir Maluf
Você sente calafrios só de pensar que não tem domínio sobre a vida sexual do seu parceiro ou parceira? Segundo a psicanalista e escritora Regina Navarro Lins, acreditar que é possível controlar o desejo de alguém é apenas uma das mentiras do amor romântico.
“É comum alimentar a fantasia de que só controlando o outro há a garantia de não ser abandonado”, afirma ela, que lançou recentemente “O Livro do amor” (Ed. Best Seller). Dividida em dois volumes (“Da Pré-História à Renascença” e “Do Iluminismo à Atualidade”), a obra traz a trajetória do amor e do sexo no Ocidente da Pré-História ao século 21 e exigiu cinco anos de pesquisas.
Regina, que é consultora do programa “Amor & Sexo”, apresentado por Fernanda Lima na Rede Globo, acredita que, na segunda metade deste século, muita coisa ainda vai mudar: “Ter vários parceiros será visto como natural. Penso que não haverá modelos para as pessoas se enquadrarem”, diz ela. Leia a entrevista concedida pela psicanalista ao UOL Comportamento.
UOL Comportamento: Na sua pesquisa para escrever “O Livro do Amor”, o que você encontrou de mais bonito e de mais feio sobre o amor?
Regina Navarro Lins: Embora “O Livro do Amor” não trate do amor pela humanidade, e sim do amor que pode existir entre um homem e uma mulher, ou entre dois homens ou duas mulheres, a primeira manifestação de amor humano é muito interessante. Ela ocorreu há aproximadamente 50 mil anos, quando passaram a enterrar os mortos –coisa que não ocorria até então– e a ornamentar os túmulos com flores. O que encontrei de mais feio no amor foi a opressão da mulher e a repressão da sexualidade.
UOL Comportamento: Como você imagina a humanidade na segunda metade deste século?
Regina: Os modelos tradicionais de amor e sexo não estão dando mais respostas satisfatórias e isso abre um espaço para cada um escolher sua forma de viver. Quem quiser ficar 40 anos com uma única pessoa, fazendo sexo só com ela, tudo bem. Mas ter vários parceiros também será visto como natural. Penso que não haverá modelos para as pessoas se enquadrarem. Na segunda metade do século 21, provavelmente, as pessoas viverão o amor e o sexo bem melhor do que vivem hoje.
UOL Comportamento: Você fala sobre as mentiras do amor romântico. Quais são elas?
Regina: O amor é uma construção social; em cada época se apresenta de uma forma. O amor romântico, que só entrou no casamento a partir do século 20, e pelo qual a maioria de homens e mulheres do Ocidente tanto anseia, não é construído na relação com a pessoa real, que está ao lado, e sim com a que se inventa de acordo com as próprias necessidades.Esse tipo de amor é calcado na idealização do outro e prega a fusão total entre os amantes, com a ideia de que os dois se transformarão num só. Contém a ideia de que os amados se completam, nada mais lhes faltando; que o amado é a única fonte de interesse do outro (é por isso que muitos abandonam os amigos quando começam a namorar); que cada um terá todas as suas necessidades satisfeitas pelo amado, que não é possível amar duas pessoas ao mesmo tempo, que quem ama não sente desejo sexual por mais ninguém
Divulgação“O Livro do Amor” (ed. Best Seller) é dividido em dois volumes: “Da Pré-História à Renascença” e “Do Iluminismo à Atualidade”
A questão é que ele não se sustenta na convivência cotidiana, porque você é obrigado a enxergar o outro com aspectos que lhe desagradam. Não dá mais para manter a idealização. Aí surge o desencanto, o ressentimento e a mágoa.
UOL Comportamento: Por que você diz que o amor romântico está dando sinais de sair de cena?
Regina: A busca da individualidade caracteriza a época em que vivemos; nunca homens e mulheres se aventuraram com tanta coragem em busca de novas descobertas, só que, desta vez, para dentro de si mesmos. Cada um quer saber quais são suas possibilidades, desenvolver seu potencial.
O amor romântico propõe o oposto disso, pois prega a fusão de duas pessoas. Ele então começa a deixar de ser atraente. Ao sair de cena está levando sua principal característica: a exigência de exclusividade. Sem a ideia de encontrar alguém que te complete, abre-se um espaço para outros tipos de relacionamento, com a possibilidade de amar mais de uma pessoa de cada vez.
UOL Comportamento: E como fica o casamento?
Regina: É provável que o modelo de casamento que conhecemos seja radicalmente modificado. A cobrança de exclusividade sexual deve deixar de existir. Acredito que, daqui a algumas décadas, menos pessoas estarão dispostas a se fechar numa relação a dois e se tornará comum ter relações estáveis com várias pessoas ao mesmo tempo, escolhendo-as pelas afinidades. A ideia de que um parceiro único deva satisfazer todos os aspectos da vida pode vir a se tornar coisa do passado.
UOL Comportamento: Só de pensar na possibilidade de ter um relacionamento em que a monogamia não é uma regra, muitos casais têm calafrios. Por que?
Regina: Reprimir os verdadeiros desejos não significa eliminá-los. W.Reich [psicanalista austríaco] afirma que todos deveriam saber que o desejo sexual por outras pessoas constitui parte natural da pulsão sexual.
Pesquisando o que estudiosos do tema pensam sobre as motivações que levam a uma relação extraconjugal na nossa cultura, fiquei bastante surpresa. As mais diversas justificativas apontam sempre para problemas emocionais, insatisfação ou infelicidade na vida a dois. Não li em quase nenhum lugar o que me parece mais óbvio: embora haja insatisfação na maioria dos casamentos, as relações extraconjugais ocorrem principalmente porque as pessoas gostam de variar. As pessoas podem ter relações extraconjugais e, mesmo assim, ter um casamento satisfatório do ponto de vista afetivo e sexual.
A exclusividade sexual é a grande preocupação de homens e mulheres. Mas ninguém deveria se preocupar se o parceiro transa com outra pessoa. Homens e mulheres só deveriam se preocupar em responder a duas perguntas: Sinto-me amado(a)? Sinto-me desejado(a)? Se a resposta for “sim” para as duas, o que o outro faz quando não está comigo não me diz respeito. Sem dúvida as pessoas viveriam bem mais satisfeitas.
UOL Comportamento: Como as pessoas poderiam viver melhor no amor e no sexo?
Regina: Para haver chance de se viver a dois sem tantas limitações, homens e mulheres precisam efetuar grandes mudanças na maneira de pensar e de viver.Acredito que para uma relação a dois valer a pena, alguns fatores são primordiais: total respeito ao outro e ao seu jeito de ser, suas ideias e suas escolhas; nenhuma possessividade ou manifestação de ciúme que possa limitar a vida do parceiro; poder ter amigos e programas em separado; nenhum controle da vida sexual do parceiro, mesmo porque é um assunto que só diz respeito à própria pessoa.
Poucos concordam com essas ideias, pois é comum se alimentar a fantasia de que só controlando o outro há a garantia de não ser abandonado. A questão é que não é tão simples. Para viver bem é preciso ter coragem.
Você sente calafrios só de pensar que não tem domínio sobre a vida sexual do seu parceiro ou parceira? Segundo a psicanalista e escritora Regina Navarro Lins, acreditar que é possível controlar o desejo de alguém é apenas uma das mentiras do amor romântico.
“É comum alimentar a fantasia de que só controlando o outro há a garantia de não ser abandonado”, afirma ela, que lançou recentemente “O Livro do amor” (Ed. Best Seller). Dividida em dois volumes (“Da Pré-História à Renascença” e “Do Iluminismo à Atualidade”), a obra traz a trajetória do amor e do sexo no Ocidente da Pré-História ao século 21 e exigiu cinco anos de pesquisas.
Regina, que é consultora do programa “Amor & Sexo”, apresentado por Fernanda Lima na Rede Globo, acredita que, na segunda metade deste século, muita coisa ainda vai mudar: “Ter vários parceiros será visto como natural. Penso que não haverá modelos para as pessoas se enquadrarem”, diz ela. Leia a entrevista concedida pela psicanalista ao UOL Comportamento.
UOL Comportamento: Na sua pesquisa para escrever “O Livro do Amor”, o que você encontrou de mais bonito e de mais feio sobre o amor?
Regina Navarro Lins: Embora “O Livro do Amor” não trate do amor pela humanidade, e sim do amor que pode existir entre um homem e uma mulher, ou entre dois homens ou duas mulheres, a primeira manifestação de amor humano é muito interessante. Ela ocorreu há aproximadamente 50 mil anos, quando passaram a enterrar os mortos –coisa que não ocorria até então– e a ornamentar os túmulos com flores. O que encontrei de mais feio no amor foi a opressão da mulher e a repressão da sexualidade.
UOL Comportamento: Como você imagina a humanidade na segunda metade deste século?
Regina: Os modelos tradicionais de amor e sexo não estão dando mais respostas satisfatórias e isso abre um espaço para cada um escolher sua forma de viver. Quem quiser ficar 40 anos com uma única pessoa, fazendo sexo só com ela, tudo bem. Mas ter vários parceiros também será visto como natural. Penso que não haverá modelos para as pessoas se enquadrarem. Na segunda metade do século 21, provavelmente, as pessoas viverão o amor e o sexo bem melhor do que vivem hoje.
UOL Comportamento: Você fala sobre as mentiras do amor romântico. Quais são elas?
Regina: O amor é uma construção social; em cada época se apresenta de uma forma. O amor romântico, que só entrou no casamento a partir do século 20, e pelo qual a maioria de homens e mulheres do Ocidente tanto anseia, não é construído na relação com a pessoa real, que está ao lado, e sim com a que se inventa de acordo com as próprias necessidades.Esse tipo de amor é calcado na idealização do outro e prega a fusão total entre os amantes, com a ideia de que os dois se transformarão num só. Contém a ideia de que os amados se completam, nada mais lhes faltando; que o amado é a única fonte de interesse do outro (é por isso que muitos abandonam os amigos quando começam a namorar); que cada um terá todas as suas necessidades satisfeitas pelo amado, que não é possível amar duas pessoas ao mesmo tempo, que quem ama não sente desejo sexual por mais ninguém
Divulgação“O Livro do Amor” (ed. Best Seller) é dividido em dois volumes: “Da Pré-História à Renascença” e “Do Iluminismo à Atualidade”
A questão é que ele não se sustenta na convivência cotidiana, porque você é obrigado a enxergar o outro com aspectos que lhe desagradam. Não dá mais para manter a idealização. Aí surge o desencanto, o ressentimento e a mágoa.
UOL Comportamento: Por que você diz que o amor romântico está dando sinais de sair de cena?
Regina: A busca da individualidade caracteriza a época em que vivemos; nunca homens e mulheres se aventuraram com tanta coragem em busca de novas descobertas, só que, desta vez, para dentro de si mesmos. Cada um quer saber quais são suas possibilidades, desenvolver seu potencial.
O amor romântico propõe o oposto disso, pois prega a fusão de duas pessoas. Ele então começa a deixar de ser atraente. Ao sair de cena está levando sua principal característica: a exigência de exclusividade. Sem a ideia de encontrar alguém que te complete, abre-se um espaço para outros tipos de relacionamento, com a possibilidade de amar mais de uma pessoa de cada vez.
UOL Comportamento: E como fica o casamento?
Regina: É provável que o modelo de casamento que conhecemos seja radicalmente modificado. A cobrança de exclusividade sexual deve deixar de existir. Acredito que, daqui a algumas décadas, menos pessoas estarão dispostas a se fechar numa relação a dois e se tornará comum ter relações estáveis com várias pessoas ao mesmo tempo, escolhendo-as pelas afinidades. A ideia de que um parceiro único deva satisfazer todos os aspectos da vida pode vir a se tornar coisa do passado.
UOL Comportamento: Só de pensar na possibilidade de ter um relacionamento em que a monogamia não é uma regra, muitos casais têm calafrios. Por que?
Regina: Reprimir os verdadeiros desejos não significa eliminá-los. W.Reich [psicanalista austríaco] afirma que todos deveriam saber que o desejo sexual por outras pessoas constitui parte natural da pulsão sexual.
Pesquisando o que estudiosos do tema pensam sobre as motivações que levam a uma relação extraconjugal na nossa cultura, fiquei bastante surpresa. As mais diversas justificativas apontam sempre para problemas emocionais, insatisfação ou infelicidade na vida a dois. Não li em quase nenhum lugar o que me parece mais óbvio: embora haja insatisfação na maioria dos casamentos, as relações extraconjugais ocorrem principalmente porque as pessoas gostam de variar. As pessoas podem ter relações extraconjugais e, mesmo assim, ter um casamento satisfatório do ponto de vista afetivo e sexual.
A exclusividade sexual é a grande preocupação de homens e mulheres. Mas ninguém deveria se preocupar se o parceiro transa com outra pessoa. Homens e mulheres só deveriam se preocupar em responder a duas perguntas: Sinto-me amado(a)? Sinto-me desejado(a)? Se a resposta for “sim” para as duas, o que o outro faz quando não está comigo não me diz respeito. Sem dúvida as pessoas viveriam bem mais satisfeitas.
UOL Comportamento: Como as pessoas poderiam viver melhor no amor e no sexo?
Regina: Para haver chance de se viver a dois sem tantas limitações, homens e mulheres precisam efetuar grandes mudanças na maneira de pensar e de viver.Acredito que para uma relação a dois valer a pena, alguns fatores são primordiais: total respeito ao outro e ao seu jeito de ser, suas ideias e suas escolhas; nenhuma possessividade ou manifestação de ciúme que possa limitar a vida do parceiro; poder ter amigos e programas em separado; nenhum controle da vida sexual do parceiro, mesmo porque é um assunto que só diz respeito à própria pessoa.
Poucos concordam com essas ideias, pois é comum se alimentar a fantasia de que só controlando o outro há a garantia de não ser abandonado. A questão é que não é tão simples. Para viver bem é preciso ter coragem.
quinta-feira, 24 de março de 2016
quinta-feira, 3 de março de 2016
segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
Audrey Hepburn, felina, feminina e feminista
É apenas uma tese, talvez não tenha muito fundamento.
Mas ando pensando se o feminismo não começa pela cabeça.
Pelos cabelos curtos.
Audrey Hepburn me ajuda muito nesse sentido.
Pois me pergunto, pode haver gata mais felina do que esta?
Mas ando pensando se o feminismo não começa pela cabeça.
Pelos cabelos curtos.
Audrey Hepburn me ajuda muito nesse sentido.
Pois me pergunto, pode haver gata mais felina do que esta?
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Jean Seberg - o mais lindo penteado
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
Hora do café
Wake up!!! hahaha
Acoooooorda!! hahahahah------Baixe Twindog gratuitamente http://mypetsitter.today/z2ir9
Publicado por Holidog em Sexta, 22 de janeiro de 2016
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
Sacrifício de um Urso - Um testemunho da covardia humana
Depois me perguntam porque tenho pesadelos só em pensar em me tornar humana.
Quando encontro humanos sensíveis e ocorre-me de me aproximar mais, vejo cenas como essa, e passo novamente a não confiar.
Triste, triste, desculpem meu desabafo, ainda estou chorando.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
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